Os resultados da pesquisa foram analisados por especialistas das áreas das 12 dimensões do estudo, que ajudaram a explorá-los.
A segunda edição do estudo revelou que a sensação de bem-estar é menor em pessoas que fumam ou convivem com fumantes, que foram vítimas de algum crime, que realizam ou realizaram tratamentos psicoterápicos, que consomem algum tipo de droga ilícita ou que sofrem de enxaquecas, úlcera gástrica, depressão, DSTs e LER. Por outro lado, foi identificado maior bem-estar em pessoas casadas, fisicamente ativas, que possuem algum plano de saúde e realizam exames periódicos. Também pôde ser concluído que o nível mais alto de bem-estar se verifica entre os aposentados, seguidos de estudantes e das profissões de nível alto.
A pesquisa também mostrou de forma bastante clara que, de uma forma geral, quanto maior a renda, maior o bem-estar. Porém, há um divisor importante sobre o bem-estar entre as categorias que têm rendimentos abaixo e acima de R$ 861,00. Ainda que este segundo segmento seja baixa renda, a sua avaliação de bem-estar não difere tanto das categorias com maior renda. Isso pode ser relacionado ao fato desta faixa de renda ser beneficiada por políticas públicas.